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Literatura

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4 de agosto, 2022 0

Charles Bukowski o “Dirty Old Bastard”

Por Rui Freitas

Charles Bukowski foi um poeta da miséria humana. A indigência, o grotesco, a solidão; o mundo feio, escuro e mal cheiroso alimentaram a sua expressividade e ninguém como ele soube...

Ensaio

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22 de julho, 2022 0

A Cultura

Por Rui Freitas

Cultura     A Cultura pode ser observada como um todo e desta forma ser encarada como um conceito abstrato e único, válido para toda a civilização, ou como o...

Conversas

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18 de fevereiro, 2022 0

A Pintura da multifacetada Barbara Norris

Por Rui Freitas

Barbara Norris é extremamente prolífica e raramente para. Com a mesma prontidão pinta uma natureza morta, um retrato ou uma paisagem e com igual facilidade cria uma obra abstrata ou neo-surrealista.

26 de novembro, 2021 0

Conversa com a fotógrafa Tatiana Saavedra

Por Rui Freitas

A Tatiana Saavedra licenciou-se em Cinema na Universidade Lusófona, mas confessa que, embora apaixonada pelo cinema, é na fotografia que encontra o seu elemento. Ainda assim, o mapa da sua vida evidencia diversos marcos de um rico percurso como cineasta, escritora e realizadora e foi nesta pele que venceu a...

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4 de agosto, 2022 0

Charles Bukowski o “Dirty Old Bastard”
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Por Rui Freitas

Charles Bukowski foi um poeta da miséria humana. A indigência, o grotesco, a solidão; o mundo feio, escuro e mal cheiroso alimentaram a sua expressividade e ninguém como ele soube retratá-los e fazer deles a sua inspiração. Dizia que a cidade de Los Angeles era o seu assunto favorito, mas de facto, ainda que na cidade, era das pessoas que falava.

2 de agosto, 2022 0

Agnès Hostache Projeções Interiores
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Por Artes & contextos

Nas Projeções Interiores de Agnès Hostache, com uma inspiração por vezes cubista, poder-se-ia dizer, normas e motivos são sobrepostos de uma forma lúdica, como uma colagem ou um puzzle, entre composição, decomposição e recomposição visual.

28 de julho, 2022 0

Museu do Chiado – MNAC
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Por Rui Freitas

O visitante de um museu é por momentos um ser privilegiado que respira o ar onde amadurecem os poemas, os romances, os dramas, as memórias, as angústias e as ilusões dos artistas que aí têm as suas obras, arrancadas à História e oferecidas ao mundo.