26 de fevereiro, 2015 0

Gil Bentes- A Arte na Rua

Por Rui Freitas

Despertou-me a atenção o imaginário fantasmagórico de parte das composições, a elegância dos traços e a coerência cromática da aguarela. Os monstros imaginados poderiam ter sido arrancados do sombrio imaginário de Algernon Blackwood, mas, (ou e), comportam uma indisfarçada presença de humor negro. Percebe-se um surrealismo com pendor neo-romântico e até pitadas de gótico.

11 de fevereiro, 2015 0

A Presença das Formigas (parte 2)

Por Rui Manuel Sousa

As canções neste disco estão mais maduras como seria expectável e mais interligadas entre si nos conteúdos musicais e na mensagem (textos/poemas). Como mensagem o novo trabalho explora a temática da “partida”, as suas motivações e consequências, refletindo acerca da atualidade, das relações humanas, do regresso à natureza, dos sonhos e aspirações.

22 de janeiro, 2015 0

A propósito de Teatro

Por Rui Freitas

O teatro em si compõe e apresenta-nos um “caldo” de elementos comunicativos como talvez nenhuma outra forma de expressão artística ou não, de comunicação no seu todo e em conjunto, nos proporciona num só meio, ou através de um só medium.

12 de janeiro, 2015 0

Mário-Henrique Leiria

Por Rui Freitas

Foi um personagem marcante sem ser um líder, mas empenhado em mudar o mundo pela arte, e as artes pela libertação, pela sua visão subversiva dos costumes. Sobretudo os seus dois volumes a gin, e os seus desenhos-poemas e poemas-colagens revelaram-se fundamentais no reconhecimento e enquadramento do surrealismo em Portugal, tanto enquanto movimento coletivo, como nas suas expressões avulsas.