Categoria: Pintores

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WILLIAM TURNER, A PAISAGEM FEITA REALIDADE
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Por Artes & contextos

As principais fontes de inspiração de Turner (1775-1851) chegavam-lhe das suas viagens pela Grã-Bretanha e Europa continental e as suas paisagens incorporam diversas fontes, da mitologia clássica à própria história da arte ou invenções tecnológicas modernas, e situam-se entre a tradição e a inovação.

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MÁRIO CESARINY – SURREALISTA E PINTOR POETA
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Por Rui Freitas

O Surrealismo é uma Revolução, mental, social, moral, dizia, é uma questão de atitude, não é pela arte que se pratica ou pelo que se representa que se é ou deixa de ser surrealista, mas sim por uma escolha, por uma opção pela revolução, pela transformação.

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PINTURAS ADMIRÁVEIS DE ALBIN VESELKA
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Por Artes & contextos

Há algo do divino que vem através do trabalho de alguém que dominou o seu modo de expressão e que tem algo de bom a dizer. Quando essa mensagem chega e desperta algo dentro do recetor que melhora a sua vida; esse, creio, é o propósito superior da arte.

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LAS DOS FRIDAS: A PINTURA GRANDIOSA DE FRIDA KAHLO (1939)
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Por Artes & contextos

O coração de “Frida europeia”, contudo, é apresentado como “desligado do seu amado Diego”, e “sangra profusamente no seu vestido, um vestido de renda vitoriana semelhante ao que a sua mãe usava”. As duas Fridas estão ligadas através dos seus corações expostos, por uma única artéria, uma ligada ao retrato de Rivera.

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HERANÇA CULTURAL PERSA NA PINTURA DE ARGHAVAN KHOSRAVI
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Por Artes & contextos

A artista iraniana Arghavan Khosravi radicada no Connecticut  Arghavan Khosravi usa a sua de arte como veículo de transformação cultural, apontando de forma consciente como o sistema de valores transmitidos através da iconografia em antigas miniaturas persas continua a moldar a política de género iraniana nos dias de hoje.

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ERIN WRIGHT, RELAÇÕES RUINOSAS ENTRE OBJETOS
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Por Artes & contextos

A pintora Erin Wright de Los Angeles retrata nas suas pinturas de natureza morta cuidadosamente trabalhadas o que descreve como as “relações íntimas e ruinosas” entre objetos. Envolvendo ideias de domesticação precoce na história arquitetónica e narrativa religiosa do século XVIII, Wright pretende esbater as fronteiras entre o divino, o secular, e o natural.