The Midnight Parasites

‘The Midnight Parasites’ animação de Yōji Kuri inspirada em Hieronymus Bosch

22 de dezembro, 2017 0 Por Artes & contextos

Yōji Kuri

 

 

Yōji Kuri é o big daddy  da animação japonesa. Agora no final dos oitenta anos – ele atinge os noventa no próximo ano – Kuri foi um dos principais animadores/artistas/directores pioneiros do Japão e produziru cerca de quarenta curtas-metragens de animação durante os anos sessenta e início dos anos setenta – todas elas chamando a atenção global para as animações japonesas independentes. Durante algum tempo foi considerado como “o único animador japonês cujo trabalho é conhecido no Ocidente”, o que, embora seja um grande exagero, dá uma ideia da sua importância.

Seja como for.

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As animações de Kuri tendem a ser estranhas, surreais, experimentais, e sombriamente convincentes, mas frequentemente realizadas no que se pode chamar um estilo ingénuo. Tomemos por exemplo esta sua animação inspirada em Hieronymus Bosch The Midnight Parasites, de 1972. Aqui Kuri imagina como seria a vida se todos vivêssemos na pintura Jardim das Delícias Terrenas de Bosch. É basicamente merda e morte, ou melhor, um ciclo de vida onde figuras azuis vivem e morrem; comem merda e cagam ouro; são espetadas, e devoradas; são regurgitadas e renascem para continuar o ciclo uma vez mais. É escura, suja, estranhamente bela, com uma banda sonora groovy – o tipo de pequeno movimento que pode aparecer como suporte para a dupla nota psicadélica no final da noite na fleapit local.

 

Yōji Kuri

The Midnight Parasites  de Yōji Kuri, 1972

 

Este artigo foi traduzido do original em inglês softwatre IA


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